ALENTEJO, PORTUGAL MARCO EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, ESTRADA NACIONAL N18 (EN 18) PORTUGA

ALENTEJO, PORTUGAL MARCO EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, ESTRADA NACIONAL N18 (EN 18) PORTUGA
ALPALHÃO, E O MARCO DA ESTRADA NACIONAL N18 EM ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, PORTUGAL

ANA PAULA ALBERTO CALDEIRA

A minha foto
Portuguesa,http://www.caminhosquefalamportugues.blogspot.pt/ Mulher, nascida no Feijó, concelho de Almada, http://www.umateladearco-irismargemsultejo.blogspot.pt/ Península de Setúbal, Portugal. Residir no Alentejo, Portugal Membro da Cruz Vermelha Portuguesa, sócia e socorrista(tripulante de ambulâncias e formação base), https://pensamentos-quemsomos.blogspot.com Pintora, http://umateladearco-irislilas.blogspot.com/ escritora, https://pensamentosvermelhoii.blogspot.com/ bloguer e fotografa. Autora, de mais de 150 blogues, publicados na Google. Do qual consta, as minhas historias 90, 9240, os meus vídeos 230 Inclui também, algumas fotos do meu pai 98 fotos, quando este esteve em Goa, Índia, Em 1959/1960, em serviço militar. http://indiaportuguesaanos60.blogspot.com/ Alem das minhas publicações, nas redes sociais, Facebook, e Youtube, E os blogues Do que se fala, e Quiosque. mais cruz vermelha do qual sou membro, também tenho lugar, para publicações de outros.

PERFIL

**PAGINA OFICIAL** http://ana-paula-alberto-caldeira.blogspot.com/ Bloguer**youtuber**pintora**escritora**fotografa**internauta/cronista. **Tripulante de Ambulâncias de Transporte da Cruz Vermelha Portuguesa-Formação Base Cruz Vermelha Portuguesa-Sócia Cruz vermelha Portuguesa** EX MILITANTE DE PARTIDO POLITICO PSD ( militante TSD e MENBRO DO CEN/PSD), INICIO JUN2012 E FIM DEZ2022 VIAGANTE POR TODO O PORTUGAL CONTINENTAL, DE NORTE A SUL E ILHAS, MADEIRA E PORTO SANTO VIAGANTE NORTE E SUL POR ESPANHA VIAGANTE SUL DE FRANÇA, REGIÃO DE TOULOUSE PIRINEUS. Portuguesa,http://www.caminhosquefalamportugues.blogspot.pt/ Mulher, nascida no Feijó, concelho de Almada, http://www.umateladearco-irismargemsultejo.blogspot.pt/ Península de Setúbal, Portugal. Residir no Alentejo, Portugal Membro da Cruz Vermelha Portuguesa, sócia e socorrista(tripulante de ambulâncias e formação base), https://pensamentos-quemsomos.blogspot.com Pintora, http://umateladearco-irislilas.blogspot.com/ escritora, https://pensamentosvermelhoii.blogspot.com/ bloguer e fotografa. Autora, de mais de 150 blogues, publicados na Google. Do qual consta, as minhas historias 90, os meus desenhos 189, as minhas fotos 8992, os meus vídeos 230 Inclui também, algumas fotos do meu pai 98 fotos, quando este esteve em Goa, Índia, Em 1959/1960, em serviço militar. http://indiaportuguesaanos60.blogspot.com/ Alem das minhas publicações, nas redes sociais, Facebook, Instagram, e Youtube, E os blogues Do que se fala, e kiosque. mais cruz vermelha do qual sou membro, também tenho lugar, para publicações de outros.

TODA A REGIÃO DO ALENTEJO, PORTUGAL


O ALENTEJO EM DESTAQUE NA PRESTIGIADA NEW YORK TIME

ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, PORTUGAL

ALPALHÃO(NISA) NORTE DO ALENTEJO, PORTUGAL
A VILA, O CÉU E O CAMPO

ruinas romanas, ammaia

IMAGEM, bacia em barro

IMAGEM, bacia em barro
ceramica do norte alentejano

ALENTEJO, NÃO SE EXPLICA SENTE-SE DEVAGAR--O Alentejo é habitado de forma contínua há cerca de50 a 60 séculos (5.000 a 6.000 anos)

 

ALENTEJO, NÃO SE EXPLICA, SENTE-SE DEVAGAR

https://youtu.be/ey5L5TGote4?si=1CqbrFei6xiuqhxB

COMO FOI SEMPRE VIVER NO ALENTEJO, COM O CALOR

""Vista geral de IA

Viver no Alentejo antigo com muito calor exigia resiliência e adaptação. A vida parava nas horas de maior calor, com as populações a refugiarem-se na frescura das habitações de taipa. O arrefecimento passivo era garantido pela arquitetura vernacular, pela sesta e pela tradição de conviver à noite. [1, 2, 3, 4, 5]

O Ritmo de Vida

  • Recolhimento obrigatório: As horas de maior canícula (durante a tarde) eram passadas em repouso. O ritmo era lento e ditado pela natureza. [1, 2]

  • Convívio à fresca: Com o cair da noite e a descida da temperatura, as pessoas saíam para a rua, sentando-se à porta de casa para conversar e conviver com a vizinhança. [1]

Arquitetura e Arrefecimento Passivo

  • Paredes espessas: As casas tradicionais construídas em taipa ou com muros grossos de pedra e terra tinham uma elevada inércia térmica. O calor demorava horas a penetrar no interior, mantendo a casa fresca durante o dia. [1, 2, 3]

  • Casas caiadas: As paredes exteriores eram pintadas de branco com cal, o que ajudava a refletir a luz solar e a evitar o sobreaquecimento. [1]

  • Pequenas aberturas: As janelas e portas eram pequenas para impedir a entrada do ar quente e do sol direto.

  • Ventilação: Durante a noite, as portas e janelas eram abertas para promover a circulação e deixar o ar fresco entrar, arrefecendo a estrutura da casa para o dia seguinte. [1, 2]

O Trabalho no Campo

  • O trabalho agrícola começava muito cedo, ao nascer do dia, para evitar a exposição ao sol nas horas mais intensas, onde as temperaturas atingiam picos extremos de calor. [1, 2]

Alimentação e Vestuário

  • Alimentação rica e refrescante: A gastronomia adaptou-se ao clima, destacando-se pratos frios e caldos reconfortantes sem recurso a lume, como é o caso do gaspacho, das açordas, das migas e da sopa de tomate. Estes pratos eram ricos em alho, sal, azeite e pão, ajudando a repor os minerais perdidos pela transpiração. [1, 2, 3]

  • Vestuário: As roupas tradicionais eram largas e claras, e o uso de chapéus ou boinas e lenços era a principal defesa contra a insolação. [1]

Pode descobrir mais pormenores sobre a identidade e a história desta região consultando relatos sobre as características do Alentejo e a vivência local.”””


HA QUANTOS SECULOS O ALENTEJO É HABITADO

""Vista geral de IA


O Alentejo é habitado de forma contínua há cerca de 50 a 60 séculos (5.000 a 6.000 anos). A ocupação humana na região remonta ao Período Neolítico, um facto comprovado pela vasta concentração de monumentos megalíticos, como Antas e Cromeleques, muito comuns no Alentejo Central. [1, 2, 3, 4]

Ao longo dos milénios, a região viu a passagem e fixação de diversos povos, que deixaram marcas profundas na sua identidade: [1]

  • Povos Pré-romanos: Comunidades como os Celtas e os Sefes fundaram povoações antigas, destacando-se a fundação de núcleos que evoluíram para cidades como Évora.

  • Romanos: Estabeleceram-se a partir do século III a.C. e transformaram a região num importante celeiro. O seu legado ainda hoje é visível em vestígios como o Templo Romano e as ruínas de Villa Romana de São Cucufate. [1, 2, 3]

  • Domínio Islâmico: Iniciado no século VIII, deixou uma herança cultural, arquitetónica e agrícola que moldou profundamente a paisagem, as povoações (com destaque para Mértola) e a própria língua.